Depois de muito tempo…
O primeiro post sobre Ragnarök Online.
Vou pular as apresentações (pra saber do jogo: Gameworld) e chegar na minha história com o jogo.
Em julho de 2004, através da EGM, conheci Erinia. Tal de MMORPG feito aqui no Brasil. Na época, apesar da pose de geek, não fazia idéia do que seria esse tal de mó-errepege. Já no começo de agosto, entrei no site da Ignis, desenvolvedora do Erinia – que por acaso, é sediada em Niterói – e gostei do estilo (me lembrei de The Matrix Online). Baixei os 600 e cacetada MB do Erinia e fiz o cadastro, que me deu 15 dias pra teste.
Feliz e contente instalei e comecei a jogar. Gostei, e resolvi pagar para jogar (sim, é pago). Depois de um mês enrolando para pagar, imprimi o boleto e fui aos correios. Paguei a conta, e, dois dias depois, já tinha um mês creditado na minha conta. Joguei por uma semana e cansei. Meu irmão, que começou junto comigo, dividindo a conta, aproveitou o mês inteiro, pensando até em pagar o segundo, sem minha ajuda financeira. Não paguei, nem ele. A conta está lá, nos servidores da Ignis Games. Talvez eu volte, agora que prometem uma expansão, qual já foi implantada na Alemanha – também há um servidor de Erinia por lá.
Como o assunto não é Erinia, vamos ao Ragnarök Online.
Em outubro, baixei e instalei o cliente brasileiro do jogo.
Gostei (pra caralho) do jogo. Duas semanas depois meu irmão deixou Erinia de lado e começou a jogar RO (Ragnarök Online seu ignóbil).
Eu assim que conheci o jogo, fiquei em dúvida entre Mago e Arqueiro. Escolhi ser arqueiro. Meu irmão, mago.
Depois de certo tempo, conheci, no jogo, um espadachim (sem piadinhas), que me chamou pro seu grupo – nome era LoneSlavers. Aceitei e falei do meu irmão. Ele o chamou também. Já tínhamos, então, um espadachim, um mago e um arqueiro. Como só queríamos um de cada profissão, faltavam um gatuno, um noviço e um mercador. Mercador foi fácil. Lopoulos Nopopoulos entrou no grupo. LoneSlavers estava formado. DaJoker, Qhireten, Lixera e Lopoulos Nopopoulos eram os membros fixos do grupo, os outros dois variavam a cada dois dias.
Treinávamos todos os dias, matando Peco-Pecos no deserto Sograt. Na primeira semana quase nenhum problema, exceto um espadachim que pedia pra entrar no grupo com a gente, mas eu e DaJoker não queríamos duas pessoas de uma mesma classe. O pior mesmo foi depois dessa semana.
DaJoker tinha chegado acima do nível 30, enquanto os outros ainda estavam por volta do 23. O problema? O limite máximo pra um grupo dividir os pontos de experiência é 10 níveis.
DaJoker depois de um tempo, foi fazer upgrade em sua espada. Acabou quebrando esta, e, emputecido pelos 15000 zeny gastos na espada irem pro lixo (na época era muito pra gente), o jovem espadachim decide parar de jogar. Ele me avisa que vai parar e eu fiz então um novo grupo. Chamei os mesmos personagens que estavam antes da saída do nosso líder, menos Lopoulos Nopopoulos, já que nunca conseguíamos nos encontrar.
Era o fim dos LoneSlavers – ou não!
Explode, o meu vizinho esquisitão, que me assistia jogar, aqui em casa, depois de um tempão enrolando para comprar seu computador novinho, conseguiu este, e eu, legal que sou, emprestei o CD. O babaca deu azar. Ele assistiu os LS (LoneSlavers porra) desde o início e não deu tempo de entrar.
Bom, vamos ao que interessa.
Explode, o vizinho, fez um gatuno. Desde que ele começou a jogar, pensávamos em fazer um clã, de nome Ninfomaníacos. Decidimos, então, ir atrás disso.
Recentemente, Explode, o vizinho, e meu irmão, qual desistiu do mago e criou um espadachim, chegaram segunda classe, Mercenário e Cavaleiro respectivamente, e eu ainda estava com o arqueiro.
Depois de muita pressão, decidi jogar, além do oficial, num servidor privado. Procurei por algum com rate (quantidade de pontos de experiência ganhos em relação ao ganho no servidor oficial) alta. Achei tal de perfectRO. Gostei, baixei tudo que precisava e comecei a jogar. Estranhei bastante no começo.
Lixera e Explode, o vizinho, também vieram comigo para o outro servidor, só que ambos fizeram magos. Em dois dias, fiz nossa guilda. Só que, como “Ninfomaníacos” ia ficar muito estranho, decidi por outro nome: LoneSlavers.
Treinamos e rápido, levamos a guilda a um nível médio. Começamos a chamar pessoas pro clã. Como Lixera não fala P.N. de inglês, impus que só brasileiros entrariam no clã.
Já tínhamos um time, mais ou menos pronto, já que chamei outras pessoas pra jogarem nesse servidor. Só que a maioria não entrou no início (Slam?).
A guilda foi crescendo. Fizemos alianças pequenas e breves. Ao chegar ao nível 50, estávamos prontos pra Guerra do Emperium, onde cada clã luta para conquistar seu castelo.
Logo na primeira tentativa, pegamos um castelo na cidade de Al de Baran – que depois de algumas semanas, descobrimos ser o melhor castelo da cidade. Mantemos por 10 minutos, e, em seguida, perdemos.
Na semana seguinte, partimos para outro castelo, dessa vez com estratégia preparada. Conseguimos conquistar, mantivemos por quase dois meses. Desistimos deste castelo semana passada, no último período de Guerra.
Hoje, estamos entre as quatro melhores guildas do servidor, temos um fórum (que coisa, não?!), e já lotamos as vagas para membros.
Agora, dê-me licença. Vou jogar.
[Update]Tio Joker me disse que o nome do grupo era LoneSlayers, mas a “perninha” do Y não aparecia. De qualquer jeito, agora não dá pra mudar o nome do clã.