Archive for the ‘Jogos’ Category

Snake? Snake? Snaaaaaaaake?

Se tem algum jogo que me emociona MUITO é Metal Gear Solid 3. Emociona porque envolve. Eu me sinto tão imerso no jogo que compartilho as emoções do Snake.

E aquele final? Cara, eu fico revoltado junto do Snake. Quando ele não cumprimenta o secretário de defesa, eu tava lá junto e torcendo pra ele dar uma cusparada no olho do indivíduo.

Por isso mesmo a música tema do jogo, nessa versão, me emociona e empolga tanto. Melhor ainda nesse arranjo live da Eminence Orchestra.

All heil Kojima!

Rifa PSP

Tá rolando uma rifa de jogos pra PS2 no fórum Central de Roms. O fórum tá sempre pedindo doações com a desculpa chorada de que “SENÃO O FORUM VAI FECHAR”. Dessa vez, arrumaram uma desculpa decente, mesmo que ainda chorando, pra arrancar uns trocados da galera: sortear joguinhos de PS2.

Ok, os jogos não são importantes, importante é o PSP que tá para ser sorteado. Vão lá, turminha. Comprem e PERCAM, afinal, se for pra alguém ganhar, que seja eu. :)

Não Importa: divulgando o site dos outros sem ganhar nada por isso. (Y)

Ragnarok

Depois de muito tempo…
O primeiro post sobre Ragnarök Online.

Vou pular as apresentações (pra saber do jogo: Gameworld) e chegar na minha história com o jogo.

Em julho de 2004, através da EGM, conheci Erinia. Tal de MMORPG feito aqui no Brasil. Na época, apesar da pose de geek, não fazia idéia do que seria esse tal de mó-errepege. Já no começo de agosto, entrei no site da Ignis, desenvolvedora do Erinia – que por acaso, é sediada em Niterói – e gostei do estilo (me lembrei de The Matrix Online). Baixei os 600 e cacetada MB do Erinia e fiz o cadastro, que me deu 15 dias pra teste.
Feliz e contente instalei e comecei a jogar. Gostei, e resolvi pagar para jogar (sim, é pago). Depois de um mês enrolando para pagar, imprimi o boleto e fui aos correios. Paguei a conta, e, dois dias depois, já tinha um mês creditado na minha conta. Joguei por uma semana e cansei. Meu irmão, que começou junto comigo, dividindo a conta, aproveitou o mês inteiro, pensando até em pagar o segundo, sem minha ajuda financeira. Não paguei, nem ele. A conta está lá, nos servidores da Ignis Games. Talvez eu volte, agora que prometem uma expansão, qual já foi implantada na Alemanha – também há um servidor de Erinia por lá.
Como o assunto não é Erinia, vamos ao Ragnarök Online.
Em outubro, baixei e instalei o cliente brasileiro do jogo.

Gostei (pra caralho) do jogo. Duas semanas depois meu irmão deixou Erinia de lado e começou a jogar RO (Ragnarök Online seu ignóbil).
Eu assim que conheci o jogo, fiquei em dúvida entre Mago e Arqueiro. Escolhi ser arqueiro. Meu irmão, mago.

Depois de certo tempo, conheci, no jogo, um espadachim (sem piadinhas), que me chamou pro seu grupo – nome era LoneSlavers. Aceitei e falei do meu irmão. Ele o chamou também. Já tínhamos, então, um espadachim, um mago e um arqueiro. Como só queríamos um de cada profissão, faltavam um gatuno, um noviço e um mercador. Mercador foi fácil. Lopoulos Nopopoulos entrou no grupo. LoneSlavers estava formado. DaJoker, Qhireten, Lixera e Lopoulos Nopopoulos eram os membros fixos do grupo, os outros dois variavam a cada dois dias.

Treinávamos todos os dias, matando Peco-Pecos no deserto Sograt. Na primeira semana quase nenhum problema, exceto um espadachim que pedia pra entrar no grupo com a gente, mas eu e DaJoker não queríamos duas pessoas de uma mesma classe. O pior mesmo foi depois dessa semana.

DaJoker tinha chegado acima do nível 30, enquanto os outros ainda estavam por volta do 23. O problema? O limite máximo pra um grupo dividir os pontos de experiência é 10 níveis.

DaJoker depois de um tempo, foi fazer upgrade em sua espada. Acabou quebrando esta, e, emputecido pelos 15000 zeny gastos na espada irem pro lixo (na época era muito pra gente), o jovem espadachim decide parar de jogar. Ele me avisa que vai parar e eu fiz então um novo grupo. Chamei os mesmos personagens que estavam antes da saída do nosso líder, menos Lopoulos Nopopoulos, já que nunca conseguíamos nos encontrar.
Era o fim dos LoneSlavers – ou não!

Explode, o meu vizinho esquisitão, que me assistia jogar, aqui em casa, depois de um tempão enrolando para comprar seu computador novinho, conseguiu este, e eu, legal que sou, emprestei o CD. O babaca deu azar. Ele assistiu os LS (LoneSlavers porra) desde o início e não deu tempo de entrar.

Bom, vamos ao que interessa.

Explode, o vizinho, fez um gatuno. Desde que ele começou a jogar, pensávamos em fazer um clã, de nome Ninfomaníacos. Decidimos, então, ir atrás disso.

Recentemente, Explode, o vizinho, e meu irmão, qual desistiu do mago e criou um espadachim, chegaram segunda classe, Mercenário e Cavaleiro respectivamente, e eu ainda estava com o arqueiro.

Depois de muita pressão, decidi jogar, além do oficial, num servidor privado. Procurei por algum com rate (quantidade de pontos de experiência ganhos em relação ao ganho no servidor oficial) alta. Achei tal de perfectRO. Gostei, baixei tudo que precisava e comecei a jogar. Estranhei bastante no começo.

Lixera e Explode, o vizinho, também vieram comigo para o outro servidor, só que ambos fizeram magos. Em dois dias, fiz nossa guilda. Só que, como “Ninfomaníacos” ia ficar muito estranho, decidi por outro nome: LoneSlavers.

Treinamos e rápido, levamos a guilda a um nível médio. Começamos a chamar pessoas pro clã. Como Lixera não fala P.N. de inglês, impus que só brasileiros entrariam no clã.

Já tínhamos um time, mais ou menos pronto, já que chamei outras pessoas pra jogarem nesse servidor. Só que a maioria não entrou no início (Slam?).

A guilda foi crescendo. Fizemos alianças pequenas e breves. Ao chegar ao nível 50, estávamos prontos pra Guerra do Emperium, onde cada clã luta para conquistar seu castelo.

Logo na primeira tentativa, pegamos um castelo na cidade de Al de Baran – que depois de algumas semanas, descobrimos ser o melhor castelo da cidade. Mantemos por 10 minutos, e, em seguida, perdemos.
Na semana seguinte, partimos para outro castelo, dessa vez com estratégia preparada. Conseguimos conquistar, mantivemos por quase dois meses. Desistimos deste castelo semana passada, no último período de Guerra.

Hoje, estamos entre as quatro melhores guildas do servidor, temos um fórum (que coisa, não?!), e já lotamos as vagas para membros.

Agora, dê-me licença. Vou jogar.

[Update]Tio Joker me disse que o nome do grupo era LoneSlayers, mas a “perninha” do Y não aparecia. De qualquer jeito, agora não dá pra mudar o nome do clã.

Super

Anteontem, feliz e contente, estava eu lá em baixo quando resolvo pegar a correspondência. Era somente a revista Super Interessante.
Como sempre, ao abrir, fui para a seção Supertech, leio e continuo paginando ao final da revista. Quando cheguei na Supercult vi uma ilustração de Master Chief, personagem de Halo e Halo 2 para Xbox. Achei que fosse uma matéria falando dos “hypes” de 2004, já que havia no desenho Shrek, Spider-man e uma versão em desenho de Norah Jones.
Resolvi ler a matéria. Fiquei surpreso de como uma revista não especializada em jogos eletrônicos conseguiu analisar tão bem um jogo. Realmente não esperava que a Super analisasse um jogo tão bem, como fez nesse mês. Uma ótima matéria.
Parabéns ao jornalista Pedro Burgos por ter escrito tão bem sobre um jogo na revista e espero que venham outras matérias parecidas.

Metal Gear Solid 3: Snake Eater


A obra prima de Hideo Kojima

Durante um ano e meio esperei por esse jogo. Duas E3, dois TGS, isso só fez aumentar a espectativa. Sabia que ia ser um grande jogo. Afinal desde o primeiro Metal Gear, em 1987 no MSX, Kojima só havia acertado nos jogos da série.
Normalmente quando pego um jogo muito esperado, tento esquecer dessa espera, afinal pode ser que fique decepcionado se o jogo não atender as espectativas. Com Metal Gear Solid 3, não foi diferente. Esqueci de tudo isso e comecei a jogar, sem saber que seriam as 18 melhores horas jogando um jogo da minha vida.
Peguei no controle e já senti as melhorias feitas em relação ao 2º jogo. Os controles estão melhores, e fazem a diferença na hora da ação.
Aqueles que não gostavam do combate corpo-a-corpo da série Solid, vão amar esse jogo. O novo sistema de combate é muito melhor que dos jogos anteriores. O chamado de CQC, ou Close Quarter Combat (combate à curta distância) criado por Motosada Mori é uma revolução. E fácil de ser aplicado em combate. Esse sistema cria várias opções de ataque. Você pode ir sorrateiramente por trás e derrubar o inimigo, ou ir de encontro a ele, desarmá-lo e colocar o coitadinho para dormir.
A trilha sonora também não deixa a desejar, afinal foi feita pelo mesmo compositor de Shrek, Armageddon e The Rock, Harry Gregson-Williams. O maior destaque é a música tema cantada por Cynthia Harrel.
Os efeitos sonoros são os mais bem utilizados do PS2. Usando o sistema Dolby ProLogic II, configurado num Home-Theater, os sons do jogo sairão das caixas de som dependendo da onde estão vindo do jogo. Por exemplo, um soldado está andando na grama atrás de você, então o sistema fará que o som dos passos dele venha das caixas traseiras.
O potêncial gráfico do PS2 vem sendo bastante explorado nos últimos lançamentos e MGS3 não fica de fora dessa onda. Os jogadores acostumados com os antigos jogos da série não viram nenhum slowdown nos outros jogos podem não gostar, mas em algumas partes há pequenos slowdowns, porém nada que atrapalhe a jogabilidade.
As animações que são importantíssimas na série, estão mais bonitas e bem mais gostosas de se assistir. E a história e muito bem contada, como sempre.
E falando da história, o enredo de Metal Gear Solid 3 é o melhor da série. Nunca achei que Solid Snake era o melhor personagem jogável, também não me incomodei de jogar com Raiden em MGS2, mas em MGS3, jogar com Big-Boss é uma delícia. Ele é bem mais cativante que Solid Snake e seus problemas pessoais são um ponto forte da trama.
As maiores inovações são o sistema de camuflagem e de sobrevivência na selva. Apesar de ambos atrapalharem a jogabilidade, pois pausar o jogo para curar-se, comer e se camuflar atrapalham a fluência do jogo. Mas apesar disso, são fáceis de usar (bem mais do que eu esperava), e a camuflagem ajuda a substituir a falta, nesse jogo, do Solition Radar dos jogos anteriores. E ainda é possivel baixar camuflagens pela internet caso você tenha o Network Adapter.
A tela de cura é super importante. Balas, flechas, cortes, queimaduras, picadas venenosas, infecções, ‘dores-de-barriga” e ossos quebrados devem ser tratados para que Snake não perca Stamina nem Energia.
Comer é importante para manter sua barra de Stamina alta. Se esta estiver baixa, Snake irá tremer na hora de atirar e se chegar ao fim ele desmaia, e “game over”.
Mas você deve estar pensando que Snake vai abrir a mochila, tirar ração e comer, está muito enganado. Ele deverá caçar sua comida pela selva. Tanto cogumelos, quanto frutos e alguns animais podem ser digeridos pelo personagem. Mas alguns animais podem estragar se não capturados vivos. E comer comida estragada não é nada bom.
Não há como esquecer os novos controles de câmera. Criticados por alguns, elogiados por outros. Há defeitos e melhorias. A principal melhoria é o uso do analógico direito para o controle parcial da câmera. O pior defeito é que em alguns mapas, a câmera aproxima-se demais do personagem dificultando um pouco a visão do terreno.
Kojima ainda preparou surpresas para esse jogo que é melhor eu não contar aqui. Mas uma delas eu posso contar. O modo de caçar macacos. Você já jogou Ape Escape? São os mesmos macacos (em compensação Snake aparecerá no próximo Ape Escape). É bem engraçado!
As batalhas contra os chefes estão bem mais desenvolvida que nos jogos anteriores. Destaques para a lut contra The End, a mais longa pode durar até uma hora, The Fury, não há nada de especial nesse cara, é um dos mais fáceis de derrotar, mas durante a batalha você verá efeitos nunca vistos antes num videogame, e contra The Boss, o que ela fala é tão marcante quanto Sniper Wolf em Metal Gear Solid.
Snake Eater é o melhor jogo da série e talvez o melhor jogo de PS2 de 2004.
Hideo acertou em MGS3 como fez antes e fez desse o auge do gênero, Tactical Espionage Action como ele chama, ou simplesmente Stealth.


Capa do jogo americano.

Vestibular e MGS?

Vestibular não é lá grande coisa!
Fiz a prova, até aí normal. Volto pra casa, normal demais. Chego em casa, mais normal ainda.
Tava muito normal pra um domingo normal.
Coisa estranha.
Voltando ao assunto. Depois de chegar em casa, consegui pegar o finalzinho do filme que Fábio tava vendo, Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra. Tinha visto ontem, mas com muito sono nem consegui ver o final direito. Agora eu sei o final.
Que coisa idiota!
A tarde se baseou em ajudar a trocar a posição do microondas e jogar Metal Gear Solid 3. Ajeitado o trombolho de merda-empata foda, digo microondas, fiquei o dia todo jogando MGS3.
Agora devo estar pela metade do jogo, e realmente é um dos melhores jogos que ja pude jogar.
É incrível, que quando você pega no controle, não larga até cansar (excluindo para necessidades fisiológicas conhecidas popularmente como mijão e parto do Ari Barroso). Foi difícil de eu conseguir parar de jogar. Comecei umas 3h da tarde, e só fui parar logo depois que o Fantástico acabou.
Um destaque do jogo são as animações que de tão bem feitas, não parecem ser in-game. A história é muto bem contada, e me lembra bastante 2 jogos de PlayStation que tinham histórias tão legais (leia-se: fodas, maneiras para caralho), Final Fantasy VII (VII é o número 7 em romanos para os analfabetos que não sabem), e Metal Gear Solid. Os dois tinham histórias muito marcantes (sem sinônimos). E Metal Gear Solid 3 é muito bem dirigido.
Agora chega de falar em MGS3. Já falei (e joguei) demais.
Voltando ao assunto: vestibular, logo vou pegar o resultado. Se eu passar vou ficar muito puto. Porra se era pra passar então deixava pra fazer para quando eu poder entrar. Ah, mas de qualquer jeito valeu a experiência. Ano que vem vai ser bem diferente, afinal é o último ano, e a pressão é bem maior.
Por hoje é só. Estou cansado pra cacete e com uma preguiça de escrever. Talvez escreva mais tarde se eu estiver de bom-humor.
Ah chega de escrever.
…..

O que esperar da nova geração de consoles

O projeto “PlayStation 3″ não é mais de um videogame como foi o PSone. O PlayStation 2 começou a mudar esse conceito, ainda mais com o lançamento do PSX no Japão. Os consoles de 128 bits – excluindo o GameCube da Nintendo – são sistemas de entretenimento. Ainda incompletos. Falta muito para ter somente um console e uma TV para formar um Home-Theater, mas em breve, talvez na geração seguinte geração Xenon Xbox 360/PS3/Revolution Wii, existirá essa possibilidade. Uma grande demonstração disso é a própria fabricação do chip Cell.
A construção desse chip fez com que 3 empresas muito importantes no mercado mundial – Sony, IBM e Toshiba fizessem um acordo, em que todas as partes participarão do desenvolvimento e dessa forma cada uma lucrará de forma diferente. A Sony com os consoles e alguns aparelhos de TV, a Toshiba com aparelhos eletro-eletrônicos, e a IBM com computadores, tudo isso usando de base um chip, o qual é desenvolvido com o objetivo principal de mudar a experiência do jogador ao usar o próximo console da Sony.

metal gear solid 3


metal gear solid 3: snake eater
so pela cara do snake ai na foto vai se foda
:P Posted by Hello