Piada perdida
http://vincevader.blogspot.com/2008/06/novo-iogurte.html
É! Perdi a piada. Lembra, Jéssica?
Turma do Limoeiro
Vi na Riot.
isanardone
Atente ao email do ser.

Tumblelog
Tem eu lá também. E com mais freqüência que aqui.
Sem fim
Tinha um menino.
Um dia ele foi num show com uma amiga. Ah, aquele show! Lá, ele conheceu uma menina. Passou a noite enganando a menina, só pra abraçá-la. Ele gostou de abraçá-la. E passaram a madrugada juntos. E tomaram café juntos. Então se separaram.
Por pouco tempo.
Descobriram que gostavam um do outro. Eles voltaram a se encontrar. E ele gostava cada vez mais do abraço dela. Fazia tempo que não ganhava aquele carinho. E descobriram o beijo. Tão bom quanto os abraços. As bocas pareciam se encaixar.
Eram namorados.
Os encontros ficaram freqüentes e quase como um casamento, estavam sempre juntos. E exatamente como um casamento, estavam sempre apoiando-se. E ele sempre voltava a abraçá-la. Gostava muito daquele abraço. Ele não conseguia ficar longe dela. Vinha a saudade mesmo sem se ver a pouco tempo. E ele gostava disso.
Toda vez que ela se sentia mal ele queria abraçá-la porque funcionava com ele. Quando ele se sentia mal, bastava um carinho dela pra se sentir melhor. E ele queria vê-la sempre feliz.
Estar perto bastava. Sentir o carinho um do outro era suficiente. Mesmo quando ela está de mau-humor, afinal, mesmo assim, ele tenta fazê-la sorrir. Assim como quando ela está triste ou chateada ou decepcionada ou feliz, ele tenta fazê-la sorrir. Ele a ama.
E, assim como desse texto, esse é o objetivo dele: fazê-la sorrir.
Sorria, Clara.
